8 de agosto de 2009

Nenhum homem me agarra como tu, nenhum me beija como tu, nenhum faz amor comigo como tu. Era isso que querias ouvir?! Conheço as tuas mãos no meu corpo a milhas de distância, e não há repulsa em mim que não cresça das entranhas até à boca só de pensar que outro ser me possui. É inevitável entregar-me aos braços de alguém sem ter o teu nome no pensamento, o teu corpo impregnado no meu, uma sublime submissão ao Deus dará. Um irracional desejo, que me arde as visceras de ciúme, de pertença, de tudo o que poderes imaginar. Um sentimento tão paradoxal quanto nós, revisto em analepse todos os dias que me entrego a ti numa utopia doente, carregada de tragédia, como eu gosto e me faz sentir plena.
Acalma esta revolução interior de musculos e emoções, fisicamente psicológica, protegida ao abrigo de uma relação destructiva e deliciosa, da qual vivo e respiro. E me transponho para outro nível.

1 comentário:

Palha disse...

Gostei :D

Ainda vais ser tu q me vais meter a ler livros xD **