8 de junho de 2009

Não sei o que é que se passa comigo, às vezes tenho medo de vir aqui. Acho que estou num periodo interrupto de criação, com um qualquer nevoeiro cerrado a atravessar-me a mente. Começo a achar-me doentia, só sei escrever com um turbilhão de ideias desordenadas a pairar sobre a minha cabeça. De repente a tempestade acalma, o mar revolto alivia tensão, e, como por magia, as emoções voltam à prateleira, num rodopio frenético até chegarem ao sítio certo.
Até que fica tudo tão sossegado que quase consigo ouvir a chama em combustão que me percorre a alma. Uma quietude desinquentante, um compasso descontrolado.
Acho que não me faz bem gostar tanto de ti, amor.

1 comentário:

Palha disse...

E' muito bom ver-te assim :)

** <3 :D