11 de abril de 2009

Abrir-se os braços para outro punhado de novos alentos, cortar o trajecto a velhas cantigas, percorrer sem ver o caminho do instinto, vendar os olhos ao paladar e calar a boca ao olhar.
São coisas que preciso fazer, sem preguiça nem os ficaparaoutrodia, sem o receio de não alcançar. Quando?! Não sei. Num dia em que o sol não brilhe, os carros não incomodem a cidade, que as pessoas não andem e não haja barulho.
Se me perder de ti não sei o que faça, se me perder de mim morro. Não me ocorre ideia melhor para partir que não eu.

"Havia magia...que uma pontinha de medo sublinhava" - Do fantástico blog da minha querida professora. 

1 comentário:

Ana Tapadas disse...

Obrigada minha linda!Eu é que sou afortunada por poder conhecer meninas assim!
Até amanhã!
bj