Morri na intensidade de um desejo, quando perdi o fôlego na batalha do amar. As mãos trémulas a indiciar o fracasso, os músculos a ceder às investidas possantes de um corpo que não é meu (mas podia ser). Basta a mente para me abalar, nem é preciso o corpo - o resvalar dos ossos ao menor toque que evidencies.
É um facto que é perigosa esta roleta russa, mas eu não me quero perder em insignificâncias, muito já devo eu aos pormenores exíguos que me atravessam o espírito a cada hora que o relógio conta.
É um facto que é perigosa esta roleta russa, mas eu não me quero perder em insignificâncias, muito já devo eu aos pormenores exíguos que me atravessam o espírito a cada hora que o relógio conta.
Por falar em insignificâncias, é disforme o esforço que faço para entender o impossível, prefiro mais dez passos em falso do que ânsia de não saber o que é tentar. Ou até mesmo as pancadas que o meu pensamento leva cada vez que penso se devo ou não.
Prémio José Luís Peixoto?! Talvez.
1 comentário:
Depois n queres q eu te diga para concorreres ao premio!!! Ja' viste essa capacidade de escrita, "mlheri"? xD
A serio, pensa no q eu te digo (eu e mts) e CONCORRE !!!!!! Vais ver q daqui a um ano, ta' uma pitinha qq na Biblioteca de Ponte de Sor a ler o trabalho do vencedor, escrito por ... SARA RAMINHOS :P
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